sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Looking for Cinderella


 Looking for Cinderella

At the Saturday morning, Evan dressing up fitness clothes to getting around trails by bike. Even his friends says Evan is such metrosexual guy, he doesn´t forget to spread a sunscreen before extreme events.
Money never was a problem, but the solution. His payments as automotive engineering design always afford all kind of his expectations. Was breeding wishing achieve everything he saw. Any momment at his life, knew starvation, poverty or lack of budget to buy a new pencil to use at primary school, like some boys of neighboring district used to know.



During his childhood, ever had the bests games and nohow gave up to choose wallet, backpack and sneakers of the most expensive. Fast foods always followed him at lunch and never willing eat something.

To 18, gas never fault at his car as friend inside. Gained a car of the year to can go wherever want.  Evan also defray expensive dinners for their partners and girls aspiring to a good relationship. However, until then Evan had not found someone responsible for sentimental dreaminess.

While teeanger, on vacation, had already traveled seeking a girl whose rule his dreams and the most perverts extincts males. In this purpose, met Karina, Lisa, Layla. They could give what he wanted. Each in their own time and pace. But unfortunately the girls pulled the boy´s heart the most beautiful hopes of requited love.

With 33 already got successful in reconciling his career, traveling inland to visit his parents and looking for a sweet, romantic and inexist girl like Cinderella. In fact, gave more value sport´s adrenaline than the heart. Emotional wounds said to Evan hiding them, was the best thing to do.
When lying on the bed he bought as prophecy of a future with a virtuous woman, the engineer starts to building own model life with a young girl with light blond hair  which rang once.



His soul´s intuition that woman can take it to station of happiness to both. One day, when he least expect, his premonition´s love take place against a good meeting, probably with a girl which heard once.








segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Tumores das cidades


Poluição do ar e stress no trânsito matam 4 mil pessoas por ano no país
texto e foto Ingrid Araújo

O livro “Meio ambiente e saúde: o desafio das metrópoles”,  coordenado pelo Dr. e  Prof. Paulo Saldiva, Chefe do Departamento de Patologia da USP , reúne pesquisas sobre o impacto da poluição atmosférica no meio ambiente e o stress do trânsito na saúde do cidadão principalmente  em S. Paulo, onde se localiza a maior frota de veículos do Brasil.

Segundo a pesquisa descrita na obra que foi apresentada no ciclo de debates promovido pelo Detran SP, 90% da poluição atmosférica da cidade provém de veículos, dos quais 40% são representados por caminhões e carretas. Ainda que com um aspecto silencioso, o ar poluído, de acordo com o pesquisador, é o causador de aproximadamente 4 mil mortes por ano no país.


Para ilustrar a atrocidade, Saldiva citou um estudo europeu que constata que o aumento da combinação dos gases metano, C02 e ozônio na atmosfera até o ano de 2050, pode matar 5 milhões e meio de pessoas  vítimas de doenças respiratórias. Estatística esta que ultrapassa o número de mortos por AIDS.

O estudo apontou que se houver a redução da poluição em 10%, ao longo de 20 anos o número de mortes pode cair para 120 mil. Um caso abordado na Revista Médica  analisou a  perspectiva de 55 cidades dos EUA. Nelas, percebeu-se que quanto maior o índice de poluição do ar, menor era a expectativa de vida.

SAÚDE

Para o pesquisador, cidades são consideradas como organismos vivos, pois abrigam o maior número de doenças múltiplas, entre elas a febre, Alzheimer, hipertensão  e obesidade. “ O indivíduo obeso, por exemplo, não a contraiu por herança genética, mas porque absorveu costumes  doentios do cotidiano ao longo do tempo.



Os adolescentes que passam a maior parte do tempo em casa consomem mais alimentos ricos em açúcar refinado e gordura saturada, pois são comidas de fácil preparo. “Preferem jogar interagir com um computador ao sair, pedalar pela cidade e gastar em uma hora, aproximadamente 350  caloriAs”, relata Saldiva.

TRÂNSITO

O trânsito das grandes cidades também é citado como precursor do stress e das doenças cardiovasculares. De acordo com pesquisador,  a pressão arterial do indivíduo dentro de um carro aumenta 15%. Dados do Ministério da Saúde revelam que a hipertensão, somada a obesidade e sedentarismo  resultam em 29,4% mortes por infarto por ano.

Saldiva confessa que tomar banho de canequinha no escuro é um discurso ambiental que daqui há 50 ano só beneficiaria os ursos polares. Entretanto, para o patologista a solução dos percalços pode se iniciar com um vínculo entre a política, economia e a ciência como base do conhecimento para implantação dos projetos que  repensem em redução de gases tóxicos, mobilidade no trânsito, e  a forma de organizar a cidade.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

O casal antítese

entre pagode e o rock n´roll, o amor pela natureza os une

Brenda é apaixonada pelos Backstreet Boys desde os 9 anos e não perde nenhum show da boyband quando eles vem à São Paulo. Também não abre mão de um pagode de boteco e o bom samba de raiz de Lecy Brandão e Bezerra da Silva.


Bezerra da Silva

Era apaixonada por música, dança e acampamentos no mês de julho. Sempre teve forte ligação ao gostar de mato e insetos indefesos. Por certo, foi assim que escolheu o curso de biologia, que a fazia, aos 21, uma mulher mais zen, equilibrada e humanista.


Backstreet boys



Costumava apreciar quadrúpedes, mamíferos aves e répteis. Aliás, sempre tirava nota máxima no colégio quando em ciências o assunto era o Reino Monera e as mitocôndrias. E numa dessas trilhas ecológicas em Paraty, num intenso contato com as herbáceas inusitadas e camélias exóticas o destino lhe deu Paulo de presente.



Geek, fã de Dream Theater e jogador nato de Metal Gear Solid na puberdade, Paulo não fazia o tipo de simpatizante do Greenpeace nem das causas protencionistas para salvar os ursos polares no ártico, vitimas do aquecimento global.



Dream Theater

Um dia, já de saco cheio do mesmo programa do final de semana que se resumia em cerveja, Wii e filmes de sacanagem, ele aceita um convite de um amigo para um final de semana naquela prainha tranquila e habitada por burgueses cariocas nas altas temporadas.


Wii

Paraty não parecia oferecer adrenalina alguma a não ser nos passeios de lancha, os quais os paulistanos não estavam dispostos a pagar. Até o amigo de Paulo programar um trilhazinha de duas horas e meia de caminhada que lhe rendeu conhecer uma bióloga e corinthiana roxa.


Trilha
Brenda, de uma delicadeza típica de gêmeos, explicava a Paulo a metamorfose das borboletas, as quais ele só enxergava ao longe, sempre da janela do quarto e sentado em frente ao desktop. Acabou por submeter-se aos encantos da complexidade do reino vegetal, animal e fungi a partir das aulinhas dela.


Fungi


Começaram um namoro durante as férias. Brenda dividia a agenda entre as visitas ao instituto Butantã, o emprego de suporte técnica e os encontros com Paulo pelas livrarias, quando ele sismava em comprar boa parte dos lançamentos de HQ´s do mês.


Couple




 Apreciavam a natureza juntos. Os longos passeios ecológicos de Paulo ao lado de Brenda lhe renderam mais apreço com mamíferos e convivência amigável com animais domésticos. Até aprendeu a lidar com iguanas e chincilas. Ela passou a entender de arranjos no meio dos rocks ensurdecedores, e a diferença medíocre e quase imperceptível entre metal e new metal.



A história deles é uma verdadeira antítese. Numa mesma ideia em que se encontram os sentimentos verdadeiros de carinho, compreensão e amor pela natureza, existem as ideias opostas com nome de pagode, e Rock n´ roll. Em meio ao contraste de gostos e estilos de vida, a frase arrebatadora ainda é "eu te amo" entre folhas, orvalho da manhã e Whitesnake no Iphone de Paulo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Quando a pauta cai

e o repórter ainda sorri

Ele está lá. Sentado, não sei por que cargas dágua, no fundo do auditório para cobrir a reunião entre sindicalistas e o governo. Poderia sentar-se na primeira fileira, assim era mais fácil captar o melhor ângulo para a boa foto da newsletter.

Não consegue escolher o foco entre manual ou automático, manual e ainda tem que prestar atenção na descrição dos slides. Um verdadeiro apavoro. Tem que fazer o papel de fotógrafo, reporter e assessor de imprensa ao mesmo tempo.






Daí ele corre para o escritório, ou para casa mesmo se o freela for remoto, e começa a suitar quatro tipos de machete e linha fina diferentes. Fica numa neura terrível tentando não repetir sinônimos.

Vida dura é de aspirante a comunicador. Ainda mais quando o seu cliente te manda cobrir um evento em que voce tem que ser três em um. O bloquinho de anotação? Nem se fala! Frases imcompletas escritas à letra de médico. Sobra para ele mesmo depois na hora de transcrever, pedir ajuda da psicografia do santo Gutemberg para decifrar a declaração da fonte.






Percebe que a as aspas que escreveu naquele caderninho espiral está ilegível. Para contribuir, o áudio do gravador está péssimo. E então o que ele faz? Pede para a assessoria a ata da reunião para ver se fica mais seguro.

Tudo não passa de insegurança de reporter inexperiente. Mas até ai tudo bem. Depois de três horas que gastou para escrever uma lauda e meia, manda para o editor que rebate seus argumentos de uma boa matéria com a seguinte informação infeliz: Surgiu uma pauta urgente sobre uma nova declaração de alguma fonte mais importante da que você entrevistou.




E então a puta pauta que te deixou puto, nervoso e descabelado em todo o processo de apuração,  ao invés de só cair, desmorona sem deixar vestígios. Mas só tesão em atazanar o entrevistado com perguntas que nem sempre ele está a fim de responder, constuir um lead engomadinho, iguais àqueles que aprendeu com o professor gente fina na faculdade, já valeu a pena. Tá vendo como jornalista, além não ganhar quase nada se contenta com pouco?

segunda-feira, 11 de junho de 2012

As formas do não


e os diferentes tipos de pé na bunda

O fatídico 12 de junho não só aquece o varejo como também os corações apaixonados. Os motéis, chocolaterias e restaurantes engordam o faturamento com as ansiedades dos afoitos em presentear suas almas gêmeas.



Os shoppings então, nem se fala! Anunciam promoções absurdamente mesquinhas para o cliente cego de amor gastar R$200 em troca receber um par de canecas em formato de coração.


Que amar é uma delícia e ter um cobertor de orelhas é melhor ainda, disso  eu não discordo. E como vivem então os avulsos que degustam o “chicabom da solidão”, feito os solitários das crônicas do meu amigo jornalista boêmio Xico Sá?




Muitas vezes os “sozinhos e decididos” dão vazão ao vilão da conta bancária. Saem como loucos compulsivos e compram livros, sapatos e roupas que provavelmente nunca usarão. Consomem na tentativa de amenizar a solidão ou o absorver o impacto que receberam na região coccígea. No português claro, esquecer que levaram um pé na bunda.


Interessante é observar os diferentes tipos de fim de relações permanentes ou provisórias. Homens, práticos e objetivos, costumam dar o veredito por sms ou por recados pelas redes sociais. Quando muito habilidosos nas palavras, ligam para dizer que não estão mais a fim. E só.


É cruel, mas é bem menos sofrido do que a maioria das mulheres fazem. Marcam conversas dolorosas, e nelas ressuscitam momentos românticos homéricos cheios de saudosismo na tentativa de reaver as escolhas sentimentais para não cair na real do desdém.




Uma amiga, daquelas extremamente sensíveis e delicadas, respondeu o “eu te amo” do rapaz dizendo que ele também era muito simpático. Quer um fora mais gentil que esse?


Há os que ainda se telefonam num tom de conversa amigável. Falam sobre as distintas profissões, perguntam dos amigos em comum, porém despedem-se com “boa noite”. E geralmente não dura muito. É uma declaração implícita de desinteresse. O outro já não o aspira desejo nem saudade. Até o dia em que um deles hesita em atender.


Não ser mais a pessoa importante da vida de alguém de uma hora para outra, assusta. Fato é que nunca estamos preparados para isso. E para aliviar o impacto desse ponta pé, nada mais supremo que o amor próprio que gratifica e exalta o melhor da sua existência.




segunda-feira, 4 de junho de 2012

Te espero na saída



Graziela, durante a adolescência, suportou muito bem o “cabresto “ comportamental. Estudava muito para o vestibular, quase não assistia televisão, mal usava a internet e batia cartão nas reuniões de moços cristãos da vila Leopoldina.





Conhecia boa parte dos garotos sensatos e engomadinhos de gel no cabelo e de linguagem plácida. Todos integrantes de uma associação caridosa que distribuía roupa e comida aos carentes.


Com pelo menos um deles, Juvenal, o pai de Graziela, gostaria que ela firmasse casamento. Mesmo assim, a paulistana hesitava boa parte dos convites deles para um sorvete ou algo a mais.




Graziela,ainda muito jovem e temente à religiosidade que lhe foi dada como herança pela família catedrática, cometeu um dos crimes inafiançáveis ao conceitos paternos: envolveu-se com um moço da zona leste, ateu, mais velho e mais pobre que ela.

 E quando Juvenal nem dona Emiliana já não metiam o bedelho nas decisões emocionais dos 25 anos dela, isso lhe soou como liberdade. Conheceu Cesar numa reunião de amigos quando já estava na faculdade.



 Moça e não bulida, procurava aventuras libidinosas com o rapaz que estava disposto a ensinar as boas coisas da vida, entre elas, as carícias escondidas. Com ele viveu os maiores absurdos apaixonantes que uma mulher desejaria.




Ainda que fosse extremamente atencioso e pronto a ouvir as dúvidas de Graziela, Cesar não estava preocupado em frequentar as reuniões cristãs da qual a jovem de cabelos escuros e cacheados fazia parte. Pelas tardes de domingo, enquanto ela ia aos encontros religiosos, Cesar assistia aos jogos do Corinthians. Quando muito se fazia intelectual, lia títulos de Augusto Cury.




Jamais cedeu aos convites da para conscientizar-se da mesma fé. Tinha certeza de que ainda a amava, mas não o bastante para acompanhá-la porta à dentro. Revestia-se da espiritualidade oposta, mas não compartilhava das mesmas teorias de Graziela.